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Sobre Anel Rodoviário.

Famílias que viviam às margens do Anel e da BR-381, em Belo Horizonte, são reassentadas

Vinte famílias que viviam às margens do Anel Rodoviário e da BR-381, na saída de Belo Horizonte para Vitória (ES), receberam títulos de propriedade nesta terça-feira (6). As pessoas haviam sido removidas e estavam em regime de “aluguel social” à espera do reassentamento definitivo.

Desde janeiro de 2015, mais de 1,3 mil famílias que vivem as margens das rodovias que cortam Belo Horizonte e a Região Metropolitana foram cadastradas. A ideia do programa Concilia BR-381 e Anel, criado pela Justiça Federal e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), é que elas sejam reassentadas em outros locais, já que viver com a estrada como vizinha, traz insegurança tanto para os moradores quanto para os motoristas.

“Eu não tinha segurança por causa da BR que era perigosa. Laje com risco de cair. Meus meninos não tinham um pingo de segurança (...). A gente não tinha para onde ir. Ficava desse jeito mesmo. Aí foi ficando até que eu consegui [a casa]”, disse a auxiliar de serviços gerais, Ângela Paiz, moradora há 20 anos da Vila Bom Destino, que fica às margens da BR-381, na saída de Belo Horizonte.

Moradores de outras três vilas (Vila da Paz, da Luz e Pica-Pau) foram beneficiados. Esta primeira fase do reassentamento envolve cerca de 270 famílias. A saída de milhares de moradores é o primeiro passo para obras no Anel Rodoviário e BR-381, segundo o Dnit.

Os recursos para compra das casas são do Governo Federal. Por enquanto não há prazo para início das obras. Mas pelo menos o sono de dona Ângela já é bem mais tranquilo. A casa nova, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, é do jeitinho que ela sempre sonhou.

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