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Sobre Anel Rodoviário.


Rodovia ganha novo sentido quando não se tem onde morar







“A vila é uma ilha e o Anel é o mar. Um mar perigoso que mata”
Wellington Antônio
Auxiliar de transportes, 24 anos


"Aqui tem tudo perto"

Ivone Silva Antônio
Salgadeira, 50 anos
Mora há 18 anos na Vila da Luz. Sua mãe foi primeiro, depois ela se mudou com os cinco filhos. Os primeiros dias foram debaixo de lona, sem energia elétrica e esgoto.
Hoje ela tem dois imóveis no local, a sua casa e uma loja onde vende salgados. É a que tem mais crianças na vila. São sete netos vivendo ali, uma tensão constante para ela que perdeu a mãe atropelada na rodovia, há três anos. Reclama da falta de comércio e serviços na vila. "Temos que atravessar a BR para tudo, é muito perigoso", afirmou. Ela diz que gostaria de sair das margens do Anel, mas só se for uma casa e seus filhos puderem ir junto
Meu-quintal é o Anel
Expediente
Reportagem: Luciene Câmara | Fotografias e vídeo: Moisés Silva | Editor Portal O Tempo: Cândido Henrique Silva | Infografias: Andrea Viana | Revisão de Texto: Thalita Martins e Luciara Oliveira | Diretor Executivo: Heron Guimarães | Editora Executiva: Lúcia Castro | Secretaria de Redação: Michele Borges da Costa, Murilo Rocha e Renata Nunnes | Data de publicação: 7/8/2017