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Sobre Anel Rodoviário.
MUDANÇA DE VIDA
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BENEFICIÁRIOS SE PREPARAM PARA O REASSENTAMENTO DEFINITIVO
Após os mutirões de conciliação do Programa, a Justiça Federal estipula prazos para que a documentação exigida, tanto dos imóveis quanto das partes, seja entregue ao órgão. Com a posse de todos os documentos solicitados, é agendada a mudança dos beneficiários do Concilia BR-381 e Anel, a cargo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT.
Presente na primeira audiência de conciliação, realizada no dia 26 de outubro, no Centro Judiciário de Conciliação – CEJUC, a dona de casa Maria Francisca da Silva, 68 anos, conta sobre a expectativa para mudar de casa. “Fui uma das primeiras beneficiárias a conciliar e a audiência foi bem rápida. Não teve nenhum problema entre as partes e durou cerca de 20 minutos. Foi dado um prazo de 45 dias na sentença para providenciar alguns documentos e, então, concluir a mudança”, disse entusiasmada.
A casa escolhida por Maria Francisca fica em Vespasiano, na Grande BH. Segunda ela, a escolha do imóvel esteve relacionada a diversos fatores: “É um lugar tranquilo, sem confusão, sem morro pra subir, os vizinhos todos trabalham e tem muito verde ao redor. Da casa até o Shopping Estação são quatro minutos de carro. São quatro linhas de ônibus que atendem o bairro, além do metrô e da estação de integração do BHBUS dentro do shopping. Também tem farmácia, açougue, sacolão e supermercado, tudo perto. A casa tem até garagem pro meu neto colocar o carrinho dele”.
TRAJETÓRIA
Maria Francisca morou na Vila da Luz por 21 anos. O terreno foi adquirido há muito tempo e, no local, o filho construiu um barracão de dois cômodos. Com o passar dos anos, eles foram fazendo pequenas melhorias na casa de tijolo aparente e piso de cimento queimado.
Após incêndio que comprometeu a estrutura da casa, a ex-faxineira deixou a moradia e passou para o regime de aluguel social. Há 2 anos e 9 meses incluída nesse benefício no bairro Goiânia B, região Nordeste da capital mineira, ela se prepara para o reassentamento definitivo.
Da antiga moradia na vila, demolida em março de 2015, ficaram apenas as lembranças. Agora, a vontade de vida nova acompanha a beneficiária: “Quando eu olhar pela janela, agora vou poder ver muito verde. Já fiz várias mudinhas de planta para enfeitar minha casa nova e sei que serei muito feliz lá”.
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Data da notícia: 10/11/2017
Texto de: Alexandre Dutra


